
O médico pessoal de Michael Jackson vai ser julgado por homicídio involuntário do cantor, decidiu ontem, terça-feira, um juiz de Los Angeles, após seis dias de audiências preliminares.
Conrad Murray, de 57 anos, que clama inocência, é acusado de ter dado a Jackson uma dose letal do anestésico Propofol com outros sedativos e de, posteriormente, não lhe ter prestado assistência.
Segundo a agência AP, o Ministério Público concluiu as audiências preliminares com o testemunho de dois médicos, que disseram que o cardiologista agiu fora das boas práticas clínicas.
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